INTRODUÇÃO: A quem você recorre quando é injustiçado? Se, por um lado, todos colhemos o que semeamos, por outro sofremos coisas ruins sem merecer. Muitas vezes, pessoas boas sofrem, enquanto pessoas más se dão bem. Alguns se colocam acima da lei. Outros chegam a celebrar a impunidade. No mundo virtual, em que é possível se esconder no anonimato, somos tentados a pensar que nossas ações não têm consequências. Mais a Bíblia nos lembra de que todos seremos julgados por Deus de acordo com nossas escolhas. Em verdade, nosso destino eterno está sendo decidido e um dia nos encontraremos com o grande Juiz, para a alegria de alguns e o desespero de outros. Todo aquele que verdadeiramente se arrepender e confiar em Jesus não precisa ter medo. Cristo, nosso Advogado e Intercessor, vestirá com Sua própria justiça aqueles que, pela fé, se arrependerem de seus pecados e Lhe pedirem perdão. Estudaremos agora sobre o juízo divino.
Sua vez de procurar: Mateus 22:1 a 14. Leia "A parábola da festa de casamento".
Essa é a história de um rei que preparou um banquete de casamento para seu filho. O próprio rei forneceu roupas do palácio para os convidados. A festa estava pronta, a mesa era farta e a música já alegrava os corações. Aquele dia tinha tudo para ser inesquecível para os convidados encontrados nas ruas. Eles, mais do que depressa, trocaram suas roupas humildes pelas valiosas vestes reais. Porém, um convidado destoava e não estava com as vestes oferecidas a ele. Acabou sendo convidado pelo rei a se retirar. À primeira vista, a reação do rei parece muito severa. Afinal, o que é uma roupa quando o importante são as pessoas? Mas aquele convidado, por qualquer razão, simplesmente optou por não atender ao único pedido do rei, de usar uma belíssima roupa que lhe foi oferecida gratuitamente.
Ele tinha a oportunidade de entrar ou não na festa, mas não tinha o direito de estabelecer as próprias regras naquela celebração. O que essa parábola ensina sobre a maneira como Deus julga?
Deus confiou todo o julgamento ao Filho, como lemos em João 5:27: "E lhe deu autoridade para julgar, porque é o Filho do Homem." Jesus é o Juiz designado por Deus.
Quem crê em Jesus já passou da morte para a vida e não entrará em condenação. Como diz Romanos 8:1: "Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus."
"Embora todos saiam dos túmulos, há um intervalo de tempo entre os grupos. Os justos ressuscitam na volta de Cristo, mas a ressurreição dos ímpios para o juízo ocorrerá apenas ao final dos mil anos. Esse destino duplo está previsto em Daniel 12:2: 'Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno."
Todos comparecerão perante o tribunal de Cristo para receber o que lhe é devido, segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo. Como diz Apocalipse 20:12: "Vi também os mortos, os grandes e os pequenos, postos em pé diante do trono."
As três fases do juízo:
1º Juízo investigativo
• O juízo começa pelos membros da casa de Deus (1 Pedro 4:17)
• Nessa ocasião, o Senhor analisa os registros do Céu referentes ao povo de Deus (Daniel 7:9 e 10; ver 12:1)
2º Juízo comprobatório
a) Justos: Vivem, julgam e reinam com Cristo por mil anos (Apocalipse 20:4 a 6)
b) Ímpios: Estão mortos (Lucas 17:26 a 30; ver Jeremias 25:33)
c) Terra: Está vazia (ver Jeremias 4:23 a 27)
d) Satanás: Está preso (Apocalipse 20:2)
3º Juízo executivo
• Tribunal de Deus (Apocalipse 20:11 e 12)
• A "lei da liberdade" é a base do julgamento (Tiago 1:25; 2:8 a 12)
• Ao término do juízo que ocorre durante o milênio, acontecem os seguintes eventos:
a) A Nova Jerusalém desce com Jesus e os anjos (Apocalipse 21:2)
b) Os ímpios mortos ressuscitam (Apocalipse 20:5)
c) Satanás é solto (Apocalipse 20:7)
d) Os ímpios tentam tomar a cidade santa e são consumidos (Apocalipse 20:9)
e) Satanás é destruído (Apocalipse 20:10)
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