No estudo anterior, aprendemos que o dízimo pertence a Deus. Ele o requer, e devolvê-lo nada mais é que dever de todos nós. Mas, precisamos ir além do dever, em nosso aprendizado de altruísmo e na busca da semelhança com Aquele que Se deu voluntariamente para nossa salvação. O cristão deve ser generoso e agradecido, diante das bênçãos que recebe das mãos de Deus. Ofertar é um dos modos mais expressivos desses sentimentos. E a Bíblia nos ensina a ofertar, também como ato de adoração.
Reconhece que tudo vem de e das Suas mãos To .
Ofertar representa nossa dependência de Deus e, acima de tudo, nossa fidelidade às orientações dEle. A pessoa também reconhece que os bens não são mais importantes que a vida e que poder de consumo deve ser subjugado ao poder de Deus.
Dízimos e ofertas têm sentidos diferentes, mas são complementares e estão em pé de igualdade como atos de adoração. O dízimo deve ser compreendido como uma obrigação espiritual recomendada para adoração, e oferta deve ser entendida como uma atitude abnegada voluntária também recomendada para adoração.
Como critério para adoração, as ofertas devem ser individuais e voluntárias em sua essência. A oferta deve ser, acima de tudo, a demonstração voluntária de nosso amor pelas coisas de Deus e pelos semelhantes.
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A Igreja Adventista destina as ofertas para a construção e manutenção de templos, bem como apoio à pregação do evangelho em regiões consideradas como campos missionários. A administração das ofertas na Igreja Adventista é feita por pessoas que possuem o dom da administração financeira. O cuidado que a Igreja tem em ser justa na distribuição é singular. A transparência do programa de assistência social de cada associação adventista pode ser consultada a qualquer momento.
Os cristãos macedônios, em primeiro lugar ao Senhor. Por isso, ofertavam com alegria e generosidade, resultando em superabundância na fé e na palavra (2Co 8:2,7).
A doação de si mesmo é o que Deus mais deseja. Devemos lembrar que dinheiro não salva. Por isso, o nosso Pai estabeleceu orientações financeiras.
"Cada um oferecerá; ; segundo a ".
Cada pessoa deve planejar de acordo com esse critério e estabelecer um percentual de suas rendas como oferta. A diferença, em relação ao dízimo, é que esse percentual é voluntário e produto do nosso amor por Deus.
O amor no sentido mais sublime, se apóia em princípios, não em emoções. O amor a Deus é demonstrado na conformação com Sua vontade e o amor ao próximo por meio do serviço.
Ofertas são a expressão do coração agradecido e generoso. O crente pode decidir quanto a elas, obedecendo aos critérios bíblicos, segundo os quais a oferta deve ser: a) , b) , c) , d) e . Antes e acima da entrega material, conforme o exemplo dos macedônios, está a entrega do próprio ao Senhor. Nenhuma outra motivação, a não ser o , deve nos levar a ofertar.
Reflexão: Se tudo vem da mão de Deus, por que não devolver o que Lhe pertence?
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